IGL LANÇA EM FÓRUM NA EXPOINTER AS BASES PARA O FUTURO DA CADEIA PRODUTIVA DO LEITE

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Existe ainda o problema social: 45,3% dos produtores entregam até 100 litros/dia a indústrias e queijarias, o que mostra uma vulnerabilidade nos momentos de safra ou de crise de imagem da cadeia. Nesse sentido, o Instituto Gaúcho do Leite, como representante de 35 entidades do segmento leiteiro, realiza na Expointer, no dia 2 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, o fórum de discussão Desafios da Cadeia do Leite no Rio Grande do Sul. Debatedores qualificados, incluindo o presidente do IGL, Gilberto Piccinini, falarão na Casa da RBS, a partir das 13h30min, sobre os gargalos e farão sugestões de como preparar o segmento para o futuro. O cerne do debate, transmitido ao vivo pelo Canal Rural para todo o país, serão os números do Levantamento Socioeconômico da Cadeia Setorial do Leite que, realizado pelo IGL em parceria com a Emater/RS, é o mais completo estudo realizado no país sobre a cadeia leiteira.

Se na última Fenasul foram apresentadas as tabelas do levantamento, na Expointer serão lançados os dados comentados em forma de livro, de conteúdo com abrangência estadual e tiragem de 5 mil exemplares, patrocinado pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembléia Legislativa. O relatório é inédito e traz informações sobre diversos ângulos da cadeia leiteira gaúcha, que podem ser cruzadas entre si. Na avaliação de Piccinini, isso vai permitir que se construam políticas setoriais - de iniciativa do IGL ou de outras entidades - ou políticas públicas, principalmente municipais e estaduais. "Temos nas mãos um banco de dados valioso que, por certo, nos ajudará a trabalhar com precisão nas ações necessárias à evolução desta importante cadeia produtiva que, em 2013, contribuiu com 9,3% do PIB gaúcho", completa o diretor executivo do IGL, Ardêmio Heineck. São essas políticas setoriais que tomarão espaço no debate.

Para responder ao desafio, o IGL escolheu um time plural de debatedores. Além de Piccinini, participam o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva; pela Emater/RS, o seu presidente, Clair Tomé Kuhn, e o gerente técnico, Valmir Wegner; o presidente da Associação Gaúcha de Laticinistas (AGL), Ernesto Krug; o presidente da Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil), Wladimir Dal'bosco; e o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius. Representando o Executivo estadual, tomará parte o secretário da Agricultura, Ernani Polo.

Já o governo federal marcará presença por meio do delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Marcos Regelin, e do superintendente do Ministério da Agricultura, Roberto Schroeder. Para expor a situação dos municípios, falará o presidente da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Luiz Carlos Folador. 

De acordo com o estudo, o Rio Grande do Sul tem 198,8 mil produtores e a atividade leiteira impacta na economia de 94% dos municípios gaúchos, num total de 467 cidades. Conforme Heineck, dados que mostram o potencial da atividade na alavancagem da economia, com relevantes resultados sociais.

Glauco Menegheti (MTb 8828)
glauco@bitconteudo.com.br

 

Fonte: Fonte: Laticinio.net

Data da Publicação: 31/08/15

http://www.laticinio.net/noticias/completa/17295_igl-lanca-em-forum-na-expointer-as-bases-para-o-futuro-da-cadeia-produtiva-do-leite

 

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